Repórter Cabrini Pega Celular Do Pai De Vitória E Acaba Escutando Algo Chocante “Você Vai… Ver Mais
Em um desdobramento chocante no assassinato brutal de Vitória, seu próprio pai, Carlos Alberto, se torna um foco inesperado das investigações.
A revelação veio como um golpe devastador para Carlos, que já carrega o fardo de ter perdido outro filho anteriormente.
“Eu não estava nem preparado para a primeira perda, e agora, enfrentar isso pela segunda vez é mais do que posso suportar,” desabafa ele, em meio à crescente pressão pública e ao escrutínio das redes sociais.
Confronto com a Desconfiança: O Pai entre Suspeitos
Durante uma entrevista tensa, Roberto Cabrini apresenta a Carlos a informação de que ele é considerado suspeito pela polícia. O jornalista questiona Carlos sobre várias ligações não mencionadas anteriormente para sua filha e sobre seu pedido de um terreno ao prefeito, detalhes que surgiram do inquérito policial.
Visivelmente abalado, Carlos responde: “Nunca ninguém me perguntou sobre essas ligações. Qual pai não tentaria incessantemente falar com a filha desaparecida?” Ele também esclarece o mal-entendido sobre o terreno, explicando que era apenas um pedido desesperado por um novo começo, longe das memórias dolorosas.
Acesso Exclusivo às Últimas Conversas de Pai e Filha
Cabrini então tem acesso exclusivo ao celular de Carlos, revelando as últimas conversas entre ele e Vitória. Os registros mostram uma comunicação regular e preocupada de um pai tentando se conectar com sua filha nos momentos antes de seu trágico desaparecimento.
“Você vai para casa ou para a casa da Verica?” perguntava ele, tentando acompanhar os passos da filha. A resposta de Vitória, simples e tranquilizadora, foi a última antes de seu silêncio final.
Essas mensagens, junto com a série de ligações não atendidas registradas na madrugada de sua morte, pintam um retrato de um pai desesperado por respostas, não de um suspeito.
A Busca por Justiça em um Contexto de Desconfiança Pública
A investigação continua sob o olhar atento de um país que clama por justiça para Vitória e para tantas outras mulheres cujas vozes foram silenciadas por atos de violência brutal.
“Tudo que eu quero é que prendam os verdadeiros culpados, para que eu possa olhar nos olhos de cada um deles.
E aqueles que duvidaram de mim, espero que venham me pedir desculpas pessoalmente,” afirma Carlos, confiante de que a verdade prevalecerá.