Caso Bruno Calaça: Ex-PM Que Mat0u Médico É Conden4do E Sentença Vem À Tona “Ele Irá Para Cade… Ver Mais
Em 30 de janeiro de 2025, o ex-policial militar Adonias Sadda foi condenado a 23 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato do médico Bruno Calaça.
O julgamento ocorreu no Fórum de Justiça de Imperatriz, Maranhão, e durou cerca de 12 horas.
O conselho de sentença considerou o réu culpado por homicídio qualificado, caracterizado por motivo fútil e emboscada.
O crime aconteceu em 26 de julho de 2021, dentro de uma boate em Imperatriz.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Adonias, então soldado da PM, disparou contra Bruno Calaça. Após o incidente, Adonias foi preso e expulso da corporação.

Outros envolvidos no caso Bruno Calaça
Além de Adonias Sadda, o bacharel em Direito Ricardo Barbalho e o empresário Waldex Cardoso também foram implicados no caso.
Ricardo é acusado de instigar e participar da abordagem que levou ao disparo fatal contra Bruno.
Waldex, por sua vez, responde por favorecimento pessoal, por ter ajudado Adonias a fugir do local do crime. Ambos aguardam julgamento em liberdade.
Durante as investigações, Adonias alegou que o tiro foi acidental e que havia sido agredido por Bruno antes do disparo.
No entanto, laudos periciais desmentiram essa versão, indicando que não havia compatibilidade entre as lesões apresentadas e o relato do ex-PM.

Repercussão e antecedentes do ex-PM
O caso gerou grande comoção em Imperatriz e em todo o Maranhão, devido à brutalidade do crime e ao envolvimento de um agente da lei.
Anteriormente, em 2016, Adonias havia sido acusado de abuso de autoridade por agredir uma advogada durante uma abordagem policial, mas foi absolvido na ocasião.
A condenação de Adonias Sadda é vista como um marco na busca por justiça e responsabilização de agentes públicos envolvidos em crimes.
A sociedade maranhense aguarda agora os desdobramentos dos julgamentos dos outros acusados e reforça a importância de uma atuação policial pautada pela ética e pelo respeito aos direitos humanos.

Este caso destaca a necessidade de uma reflexão profunda sobre a conduta de agentes de segurança e a importância de mecanismos eficazes de controle e punição para aqueles que abusam de sua autoridade.
A memória de Bruno Calaça permanece como um lembrete da luta contínua por justiça e equidade.