Querida Jornalista Acaba De Ser M0rta Pelo Seu Ex-companheiro, Ela Trabalhava Na Glo… Ver Mais
Vanessa Ric, uma jornalista de 42 anos, tentou se proteger, mas não teve tempo.
Momentos antes de ser assassinada, ela foi até a delegacia pedir uma medida protetiva contra o ex-noivo. O documento foi concedido, mas não impediu o pior.
Poucas horas depois, Caio Nascimento, de 35 anos, a atacou com três facadas no peito.
O homem, que já acumulava 10 passagens pela polícia, a matou friamente após um surto violento.
A tragédia aconteceu logo após Vanessa sair da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. Ela buscou ajuda, mas o sistema falhou em protegê-la.

Um Histórico de Violência Ignorado
Caio já era conhecido pelas autoridades. Além de agressões em relacionamentos anteriores, ele já havia ameaçado de morte a própria mãe e irmã. Mesmo assim, continuava solto.
Na madrugada do crime, Vanessa o denunciou por cárcere privado, ameaças e divulgação de vídeos íntimos.
A polícia agiu rapidamente para conceder a medida protetiva, mas o agressor sequer havia sido intimado até o momento do assassinato.
Testemunhas relataram que, após esfaquear Vanessa, Caio se acalmou, pediu um cigarro e uma bebida, como se nada tivesse acontecido.
O comportamento frio e calculista chocou até mesmo os investigadores.

Quando a Justiça Chega Tarde Demais
A morte de Vanessa expõe falhas graves no sistema de proteção às mulheres.
Medidas protetivas são um avanço, mas, sozinhas, não impedem que agressores reincidentes cometam novos crimes.
Especialistas defendem que homens com múltiplas passagens por violência doméstica sejam monitorados de forma mais rigorosa.
No caso de Caio, a reincidência deveria ter acionado um alerta para evitar mais uma tragédia.
Agora, autoridades prometem revisar o protocolo de atendimento a vítimas de violência doméstica.
Mas a grande questão permanece: quantas Vanessas ainda precisarão morrer para que algo realmente mude?
